Paralimpíadas 2020: conheça o Triatlo

O Triatlo nos Jogos Paralímpicos é disputado por atletas com diferentes tipos de deficiência.  

Eles são submetidos a testes funcionais, para determinar a classe de disputa. Dependendo dessa classificação é permitido usar alguns equipamentos específicos.  

Os competidores têm um percurso de 750 metros de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida. 

Ao todo, são seis categorias! 

Histórico do Triatlo nos Jogos Paralímpicos

O triatlo vem crescendo desde 1989, ano da disputa do primeiro campeonato mundial da modalidade, realizado em Avignon, na França. Recentemente, a modalidade estreou em Jogos Paralímpicos, marcando presença no Rio 2016.

A entidade responsável pelo esporte é a ITU (União Internacional de Triatlo, na sigla em inglês). No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Triatlo (CBTri). 

Nas disputas do triatlo, competem homens e mulheres. A prova engloba 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida, e pode ser praticada por pessoas com variados tipos de deficiência, como cadeirantes, amputados ou cegos. 

  • Deficiência: Cadeirantes, amputados e cegos 
  • Percurso: 750m natação, 20km de bike, 5km de corrida 
  • Gênero: Todos 

Classificação no Triatlo 

A partir de 1º de janeiro de 2017, a União Internacional de Triathlon (ITU) adotou um novo sistema de classificação. A modalidade conta com seis classes diferentes, cinco delas com deficiências físico-motoras e paralisia cerebral e uma para pessoas com deficiencia visual (parcial ou total).

O novo sistema é composto por um método de pontuação que leva em conta a deficiência e mobilidade do atleta. O processo precisa ser feito por classificadores homologados pela ITU. 

  • PTWC Cadeirantes competem na PTWC. Utilizam handcycle e cadeira de rodas para corrida. A classe ainda é dividida nas subclasses PTWC1 (deficiências mais severas) e PTWC2 (menos severas). 
  • PTS2, PTS3, PTS4 e PTS5: Atletas com deficiências físico-motoras e paralisia cerebral andantes competem nestas classes, sendo a PTS2 para deficiências mais severas e PTS5 para deficiências mais moderadas. 
  • PTVI Classe destinada a triatletas cegos. As subclasses seguem as definições da IBSA (Federação Internacional de Esportes para Cegos), Ou seja, são divididos em PTVI1, PTVI2 e PTVl3. 

Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro

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